“A gente tem dois livros que realmente mudaram a forma que eu pensava sobre várias coisas: Sapiens e esse.”
Breno cita Sapiens ao lado de A Revolta de Atlas como os dois livros que mudaram sua visão de mundo.
“A gente tem dois livros que realmente mudaram a forma que eu pensava sobre várias coisas: Sapiens e esse.”
Breno cita Sapiens ao lado de A Revolta de Atlas como os dois livros que mudaram sua visão de mundo.
Breno Perrucho
“A gente tem dois livros que realmente mudaram a forma que eu pensava sobre várias coisas: Sapiens e esse.”
Breno cita Sapiens ao lado de A Revolta de Atlas como os dois livros que mudaram sua visão de mundo.
Bruno Perini
“Você me lembrou de uma frase do Harari, se eu não me engano ele fala isso em Sapiens: ele diz que a história foi feita por alguns poucos indivíduos enquanto o restante do mundo carregava balde de água ou arava campos.”
Bruno cita a obra para reforçar a ideia de que a história foi feita por poucos indivíduos excepcionais.
Paulo Cuenca
“O Sapiens, o livro dele, em que ele fala da revolução cognitiva e fala que tudo que a gente fez de 70.000 anos para cá foi uma criação de ficções compartilhadas.”
Usado para explicar que marcas, dinheiro e Bitcoin são ficções compartilhadas que sustentam a sociedade.
Bruno Perini
“Prefiro muito mais o Sapiens e o Homo Deus, que tem uma temática parecida com esse episódio.”
Bruno Perini diz preferir Sapiens entre os livros de Harari, ao comparar com 21 Lições para o Século 21.
Bruno Perini
“Tem muita coisa que ele fala que eu não concordo, mas ele tem uns livros bem interessantes, principalmente o Sapiens, na minha opinião.”
Bruno cita o livro para falar da capacidade humana de colaborar em grande escala acreditando em realidades compartilhadas.
Bruno Perini
“O Harari, aquele historiador israelense, ele tem uma frase muito interessante no livro Sapiens, onde ele diz que a história foi escrita por alguns poucos homens enquanto o restante do mundo arava campos e carregava balde de água.”
Bruno usa a frase do livro para reforçar o argumento de que a vida pré-industrial era de trabalho braçal exaustivo para a maioria.
Bruno Perini
“E o Yuval Harari, naquele livro Sapiens, que é um livraço inclusive, né, ele tem uma frase muito boa. Ele fala que a história foi escrita por algumas poucas pessoas enquanto o resto do mundo arava campos e carregava baldes de água.”
Citado para ilustrar que a maioria da população sempre trabalhou no campo e que a mecanização realocou a força de trabalho em vez de gerar desemprego em massa.
Paulo Muzy
“Pega o Yuval Harari, pega o Sapiens dele, ele vai falar de um dos entendimentos que você pode ter: que se o ser humano não tivesse saído da caça e da coleta estaríamos muito melhor.”
Paulo cita Sapiens ao discutir se o ser humano estaria melhor sem a revolução agrícola, contrapondo a ideia ao senso de propósito defendido por Ben Shapiro. Mais à frente ele volta a citar uma frase do livro sobre poucos indivíduos fazerem a história enquanto o resto arava campos.
Bruno Perini
“Ele tem aquele livro Sapiens, que é bem interessante. Tem uma hora que ele chega na Revolução Agrícola, uns dez mil anos atrás, e ele até brinca que não foi a gente que domesticou o trigo, foi o trigo que nos domesticou.”
Bruno usa o livro para introduzir a discussão sobre como a agricultura e o trigo mudaram os hábitos alimentares humanos.
Livros que apareceram na mesma conversa.
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