
#23703 de abril de 2025 · 1h35min
Nathalia Arcuri — Fundadora da Me Poupe!, jornalista e autora de bestsellers de finanças pessoais, lidera o maior canal de finanças pessoais do mundo no YouTube.
Eduardo Feldberg (Primo Pobre) — Criador do canal Primo Pobre e do programa Pobre Show, autor do livro Deixe de Ser Pobre, com mais de 3,4 milhões de inscritos.
12 livros, na ordem em que aparecem na conversa.
Deixe de Ser Pobre
citado por Bruno Perini
1:56Mais Esperto que o Diabo
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
4:06
Em Nome do Povo
citado por Bruno Perini
10:59
Almanaque de Naval Ravikant
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
14:37O Que os Ricos Sabem e Não Contam
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
22:52
Princípios
citado por Nathalia Arcuri
32:03Quem Pensa Enriquece
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
59:16Princípios para Lidar com a Ordem Mundial em Mudança
citado por Bruno Perini
1:00:00
Os Axiomas de Zurique
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
1:06:26O Mesmo de Sempre
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
1:19:18A Psicologia Financeira
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
1:19:21Pai Rico, Pai Pobre
citado por Eduardo Feldberg (Primo Pobre)
1:23:05Sua capacidade de ganho não depende de quanto você trabalha, mas de para quantas pessoas você consegue gerar valor — e isso se aprende estudando, não esperando.
Escolha hoje um livro ou podcast fora do seu nicho habitual e, em paralelo, faça uma limpeza no seu feed: deixe de seguir perfis que não acrescentam nada e substitua por fontes que ampliem seu repertório.
No episódio 237 do Os Sócios, Bruno e Malu Perini recebem Nathalia Arcuri (Me Poupe!) e Eduardo Feldberg (Primo Pobre) para discutir o que mantém as pessoas na pobreza e o que de fato ajuda alguém a mudar de patamar financeiro. O ponto de partida é a falta de educação financeira e a alienação: segundo Eduardo, a forma mais eficaz de ser pobre a vida inteira é não estudar. Nathalia complementa que estudar não basta — é preciso entender as regras do jogo e, sobretudo, aprender a gerar valor para mais pessoas, já que a capacidade de ganho é proporcional à quantidade de clientes que você consegue atender. A conversa passa pela internet como nivelador de oportunidades, pela importância de rendas extras, pela construção de repertório e curadoria (ler fora do próprio nicho, consumir arte, ficção, cultura pop) e pela escolha de carreira aos 18 anos. Nathalia afirma que, vinda de origem pobre, a última coisa que faria seria faculdade: priorizaria cursos técnicos, bibliotecas, mentores e empreendedorismo. Bruno defende que a faculdade pode valer para quem precisa sair da zona de conforto e cita dados de renda. Todos convergem para habilidades básicas: interpretação de texto, escrita, matemática elementar, oratória, vendas, interpretação de dados e persistência. No bloco final, discutem network acessível (livros e podcasts como substitutos de acesso a grandes nomes), a importância de fazer boas perguntas abertas em vez de bajular, e o conselho de ser a pessoa mais interessada do ambiente. As dicas finais: estudar educação financeira (ganhar, poupar e multiplicar), ser curioso e mergulhar nas revoluções tecnológicas — hoje, a inteligência artificial — para aumentar a própria produtividade.
“A forma mais eficaz de você ser pobre a vida inteira é não estudar.”
“Quando você entende que tudo faz parte do jogo, você tem o poder de começar a ser jogador e não mais apenas uma peça.”
“Você precisa se enxergar do tamanho que você é, sem permitir que ninguém te coloque numa caixinha menor do que aquela que você já viu que você pode chegar.”
“Me diga o que tem no teu feed e te direi quem és e quem serás.”
“Nós somos colecionadores de boas relações.”
“Seja a pessoa mais interessada do ambiente onde você está.”