
#23810 de abril de 2025 · 1h24min
Thiago Nigro — Fundador do Grupo Primo e do canal O Primo Rico, referência em educação financeira, autor de "O Homem que Comprou o Tempo" e "Do Mil ao Milhão"
7 livros, na ordem em que aparecem na conversa.
O Homem que Comprou o Tempo
citado por Bruno Perini
5:39
Em Nome do Povo
citado por Bruno Perini
6:07
Do Mil ao Milhão
citado por Thiago Nigro
10:15
A Gaia Ciência
citado por Bruno Perini
29:36Pai Rico, Pai Pobre
citado por Thiago Nigro
49:46A Álgebra da Riqueza
citado por Bruno Perini
52:54Trabalhe 4 Horas por Semana
citado por Bruno Perini
1:10:49O dinheiro é uma ilusão e o tempo é a verdade: enquanto o pobre vende horas que ainda não viveu, o rico usa o que ganha para comprar de volta as horas da própria vida.
Calcule quanto vale sua hora líquida (quanto sobra por mês dividido pelas horas trabalhadas) e reavalie suas próximas compras em horas de vida em vez de reais — e comece a redirecionar essa sobra para comprar horas de outras pessoas em vez de vender as suas.
No episódio 238 de Os Sócios — o último gravado ao vivo antes do nascimento da filha de Bruno e Malu Perini — Thiago Nigro apresenta seu novo livro, "O Homem que Comprou o Tempo". Ele explica por que escolheu escrever uma ficção em vez de outro livro técnico de finanças: queria uma obra atemporal, que pudesse ser lida daqui a 100 anos, diferente de "Do Mil ao Milhão", que vendeu quase 4 milhões de cópias mas é datado. A trama acompanha um empresário sem nome e sua filha Lídia, que após quebrarem uma tábua suméria viajam por Mesopotâmia, Egito, Roma e Japão, descobrindo que os princípios de negócios e dinheiro são atemporais. O conceito central do livro nasceu de uma experiência real: Nigro tentou comprar um Patek Philippe na Suíça e, apesar de ter dinheiro, fama e contatos poderosos, só conseguiu graças ao acesso dado por um motorista de segurança. A conclusão é que acesso — fruto de uma raiz interna fortalecida somada à clareza do que se quer — compra tempo. Daí vem a tese: "o dinheiro é uma ilusão e o tempo é a verdade", e enquanto "Pai Rico, Pai Pobre" ensinou que o rico compra ativo, Nigro quer que o leitor aprenda que o rico compra tempo e o pobre vende tempo. A conversa se aprofunda em sociedades e parcerias como aceleradores de riqueza: desde o casal da Mesopotâmia no livro até a história real de como Bruno virou sócio de Thiago (a negociação dos R$ 17 mil na Rico que provou sua confiabilidade) e como um favor feito a um amigo há dez anos resultou, por indicações em cadeia, na Portofino — hoje o maior negócio do Grupo Primo, com mais de R$ 10 bilhões sob gestão. No fim, Nigro detalha a filosofia de investimentos dividida em negócios (crescimento), real estate (solidez) e liquidez (oportunidade), e o simbolismo da capa: a ampulheta de ouro e a maçã, cujas sementes devem ser replantadas em vez de descartadas.
“Minha maior reflexão dentro do livro sobre tudo que eu escrevi foi que o dinheiro é uma ilusão e o tempo é a verdade.”
“Se você não tiver dinheiro suficiente para comprar todo o tempo que você tem de sobra até o último dia da sua vida, você é um escravo da sua vida.”
“Pai Rico, Pai Pobre trouxe que o rico compra ativo e o pobre compra passivo. Eu quero que as pessoas levem do meu livro que o rico compra tempo e o pobre vende tempo.”
“Você consegue contar as sementes dentro de uma maçã, mas você nunca vai conseguir saber e contar quantas maçãs existem dentro dessas sementes.”
“Olha ao seu redor e olha para o que os outros manobristas estão fazendo. Se você tiver fazendo a mesma coisa, você não vai crescer.”
“Quando a gente senta do mesmo lado da mesa, a gente tem sinergia, a gente tem colaboração, a gente pensa junto, porque quando um cai outro levanta.”