
#30716 de julho de 2026 · 2h09min
Edison Boaventura Júnior — Pesquisador e ufólogo desde 1981, jornalista, escritor e fundador do Grupo Ufológico do Guarujá, com destaque na investigação do caso Varginha
4 livros, na ordem em que aparecem na conversa.
ETs de Varginha: montando o quebra-cabeça
citado por Bruno Perini
5:50Contatos Sexuais com Ufonautas
citado por Edison Boaventura Júnior
28:45Alienígenas no Passado do Brasil
citado por Edison Boaventura Júnior
36:38OVNIs Arquivos Militares
citado por Edison Boaventura Júnior
2:06:01Na ufologia, o que parece bizarro muitas vezes é o caso real, e o que parece óbvio costuma ser invenção — por isso o critério de investigação importa mais do que o relato em si.
Acesse o site do Departamento de Guerra dos EUA e leia você mesmo os lotes de documentos desclassificados sobre fenômenos aéreos anômalos, em vez de se basear apenas em recortes de redes sociais.
No episódio 307 dos Sócios, Bruno e Malu Perini fogem da temática usual de negócios para discutir ufologia com Edison Boaventura Júnior, pesquisador e ufólogo com mais de 40 anos de investigação. Edison conta como se tornou ufólogo após avistar, em 1981, aos 14 anos, um grande objeto alaranjado no Guarujá que expelia esferas luminosas, e como isso o levou a fundar o Grupo Ufológico do Guarujá e investigar centenas de casos com metodologia científica. A conversa percorre as principais teorias sobre a origem do fenômeno (extraterrestre versus ultraterrestre/interdimensional), relatos de abduções clássicas e as atuais 'visitas de dormitório', tipologias de seres (greys, nórdicos, insetoides, reptilianos e os raros com cara de felino), evidências físicas como alterações de solo, implantes metálicos e os fragmentos de magnésio do caso Ubatuba de 1957, analisados na USP e em Stanford. Edison detalha o caso Varginha (1996), afirmando que foram cinco a seis criaturas capturadas, com envolvimento do Exército, da Unicamp, de Badan Palhares, do FBI e da CIA, além de testemunhos de militares de alta patente. Apresenta também o caso Cláudio (MG), que segundo ele superará Varginha, a Operação Prato e a Noite Oficial dos OVNIs. Por fim, explica por que acredita que governos escondem informações: a 'ganância tecnológica', o risco de pânico, o impacto religioso e o temor de processos de pessoas lesadas por abduções.
“Se não tiver nada além da gente no universo, então Deus foi um latifundiário improdutivo.”
“Eu vou, pego o baldinho dela, chego na beira da água, pego um pouco d'água e falo: tem vida aqui? É basicamente o que as pessoas fazem quando falam de vida fora da Terra.”
“Passados 46 anos, eu consegui a resposta de algumas perguntas que eu tinha no início dos meus estudos, mas hoje eu tenho muito mais perguntas.”
“Uma coisa óbvia às vezes pode ser mentira, pode ser um fake, e uma coisa que é totalmente estranha, bizarra, pode ser a realidade.”
“O fator principal é a ganância tecnológica. Qualquer país que detenha a tecnologia desses OVNIs vai ficar na vanguarda, na frente de qualquer outro país inimigo.”
“Eu falei para ele: não precisa me dar detalhe, só me fala o seguinte: aconteceu ou não aconteceu? Aí ele falou: é verdade, aconteceu. E não falou mais nada.”