
#23917 de abril de 2025 · 1h13min
Israel Salmen — Fundador da Méliuz e presidente do Conselho de Administração, economista pela UFMG
Diego Kolling — Responsável pela estratégia Bitcoin da Méliuz e fundador da Node Runners Brasil
Tiago Almeida — Conselheiro independente da Méliuz, ex-JP Morgan e sócio-fundador de gestora de investimentos
6 livros, na ordem em que aparecem na conversa.

Em Nome do Povo
citado por Israel Salmen
19:25
O Padrão Bitcoin
citado por Israel Salmen
49:23
O Padrão Fiduciário
citado por Bruno Perini
1:08:08O Preço do Amanhã
citado por Diego Kolling
1:11:23Dinheiro em Camadas
citado por Diego Kolling
1:11:42
Broken Money
citado por Diego Kolling
1:12:06O melhor trade da história é se endividar no que é abundante — a moeda fiduciária — para comprar o que é escasso; é exatamente isso que as Bitcoin Treasury Companies estão institucionalizando.
Se você é acionista da Méliuz (CASH3), cadastre-se no site de relação com investidores, acompanhe os fatos relevantes e vote na assembleia de maio — abstenção conta como voto contra, já que o quórum exigido é de 50% mais um dos votos totais.
Neste episódio do Os Sócios, Bruno e Malu Perini recebem Israel Salmen (fundador e presidente do conselho da Méliuz), Diego Kolling (responsável pela estratégia Bitcoin da empresa) e Tiago Almeida (conselheiro independente) para discutir a decisão da Méliuz de alocar 10% do caixa em Bitcoin e a proposta, a ser votada em assembleia, de transformar o Bitcoin no principal ativo de reserva da tesouraria da companhia. Os convidados explicam a origem da Méliuz como pioneira em cashback no Brasil, o raciocínio por trás da 'bitcoinização' do mercado de capitais e detalham a estratégia de Michael Saylor na MicroStrategy: usar dívida conversível, emissão de ações e produtos estruturados para aumentar o número de bitcoins por ação, criando um ciclo virtuoso de prêmio sobre o NAV. Também discutem riscos (extinção do Bitcoin, longo período de depreciação), o paralelo histórico com Hugo Stinnes na hiperinflação alemã e a lógica de trocar o abundante (moeda fiduciária) pelo escasso. A conversa ainda aborda o desafio prático da assembleia — são mais de 60 mil acionistas e é preciso 50% mais um dos votos totais —, o tratamento contábil do Bitcoin no Brasil, a recepção de investidores institucionais, os quatro perfis de investidores atendidos por Bitcoin Treasury Companies e a tese de que essas empresas podem ser os grandes beneficiários da transição do padrão petrodólar para o padrão Bitcoin, encerrando com recomendações de livros e conteúdos sobre dinheiro e Bitcoin.
“De cada 100 pessoas, talvez uma entenda o Bitcoin. E de cada 100 bitcoiners, uma entende o que o Michael Saylor está fazendo na MicroStrategy.”
“O melhor trade da história é pegar algo que é abundante, como dinheiro, a moeda fiduciária que não para de ser produzida, e trocar por algo escasso.”
“As dívidas foram pequenas faíscas que ele colocou ali no reator nuclear.”
“Dinheiro é mainstream, investimento é que é nicho.”
“Quem chegou primeiro bebe água limpa.”
“Em vez de você comprar ações da Tesla, compre lítio diretamente.”