
#27411 de dezembro de 2025 · 1h41min
Guto Galamba — Educador físico pela UFPE, especialista em tratamento de obesidade e emagrecimento, empresário do Grupo GH, focado em saudabilidade e alta performance
Daiana Parisato — Nutricionista focada em emagrecimento feminino, influenciadora de saúde e criadora do programa Minutrire, com mais de 4.000 alunas
4 livros, na ordem em que aparecem na conversa.

Outlive
citado por Malu Perini
11:00
O Padrão Bitcoin
citado por Bruno Perini
1:04:23
O Padrão Fiduciário
citado por Bruno Perini
1:04:25Trilogia Tebana
citado por Bruno Perini
1:25:41Nenhum medicamento, atalho ou acelerador remove a necessidade de treino, dieta e comportamento — remédio é potencializador, e potencializa tanto o resultado quanto o erro.
Escolha hoje um exercício de força que você consiga sustentar e marque compromisso com alguém (personal ou amigo) para a primeira sessão ainda em 2025, em vez de esperar janeiro.
Bruno e Malu Perini recebem o educador físico Guto Galamba e a nutricionista Daiana Parisato para discutir como conquistar o 'shape' em 2026 para além das canetas emagrecedoras. A conversa começa contextualizando que obesidade é uma doença crônica e multifatorial — envolve ambiente, renda, dopamina, sono e rede de apoio — e que nenhuma droga (tirzepatida, semaglutida ou esteroides) substitui treino e dieta. Guto defende que 'dieta' significa estilo de vida: pensamentos, livros, filmes e ambientes também alimentam a pessoa, e o ambiente é soberano. O episódio explora a diferença entre atividade física e exercício físico (50% dos militares estão com sobrepeso apesar de treinarem todo dia), a importância do treino de força contra a sarcopenia, e o valor de ter alguém cobrando — personal, amigo ou consultor. Os hosts contam como a leitura de um livro sobre longevidade os fez perceber que eram praticamente sedentários, levando Bruno ao jiu-jitsu e Malu ao yoga. Daiana apresenta o conceito de refeições PGS (prático, gostoso e saudável) e defende não demonizar alimentos, ensinando a encaixar o que se gosta sem exageros. Na segunda metade, aprofundam os efeitos colaterais pouco comentados das canetas: 25% do peso perdido é massa muscular, 82% das pessoas reganham peso ao suspender, disbiose intestinal por diarreia ou constipação, silenciamento cerebral que pode gerar vazio existencial. Também falam de anabolizantes como 'potencializadores de comportamento', não atalhos, da adulteração de alimentos (chocolate sem cacau, 'chuchureja'), da importância de saber ler rótulos e de assumir os motivos reais e pouco nobres pelos quais se quer emagrecer ou enriquecer.
“Quem achar que tomar algum tipo de ergogênico, esteroide ou tirzepatida, ou seja, a droga que for, vai substituir ou tirar a necessidade do treinamento e da dieta, não vai.”
“Treino é chato, é solitário. Você que tá fazendo uma série: que saco, eu me odeio para estar aqui. Tem que ser assim, senão tem algo errado.”
“A sociedade tá se esquivando do sofrimento o máximo que ela pode, e o sofrimento é necessário para qualquer desenvolvimento pessoal.”
“Você não precisa se odiar para querer mudar. Você pode se amar tanto que você decide mudar porque sabe que você merece mais.”
“Esteroide anabolizante não é atalho, ele é potencializador de comportamento. Sua vida não fica mais forte, fica mais difícil.”
“Minha meta tá inteira no CPF. Eu vou ser mais rápido, mais ágil, mais forte, mais inteligente, mais culto. Se isso não reverberar na empresa, é impossível a empresa não ir melhor.”