
#11916 de fevereiro de 2023 · 1h45min
Breno Perrucho — Criador do Jovens de Negócio e da Escola de Dinheiro
Priscila Perini — Advogada de formação, arrematante em leilão de imóveis e criadora do curso Vivendo de Leilão
Raul Sena — CEO e fundador do Investidor Sardinha e sócio da Vibrio
6 livros, na ordem em que aparecem na conversa.

O Homem Mais Rico da Babilônia
citado por Bruno Perini
1:41Pai Rico, Pai Pobre
citado por Raul Sena
15:16Os Segredos da Mente Milionária
citado por Raul Sena
1:34:36Iludido pelo Acaso
citado por Raul Sena
1:36:01O Investidor Inteligente
citado por Bruno Perini
1:42:47Ações Comuns, Lucros Extraordinários
citado por Bruno Perini
1:42:48Os princípios financeiros são simples e antigos — guardar 10%, investir com quem entende, não arriscar o capital em terreno desconhecido — e viraram clichê justamente porque funcionam; o que separa quem enriquece de quem não enriquece é o comportamento consistente, não a informação nova.
Defina hoje um percentual mínimo da sua renda (comece em 10%) para separar assim que o dinheiro cair na conta, antes de qualquer gasto, e invista esse valor em algo que você entenda — buscando orientação de quem já tem resultado naquela área específica.
Episódio comemorativo de dois anos do podcast Os Sócios, gravado com plateia na sede do Grupo Primo, dedicado ao clássico da educação financeira "O Homem Mais Rico da Babilônia", de George S. Clason (1926). Bruno e Malu Perini recebem Breno Perrucho, Priscila Perini e Raul Sena para destrinchar as histórias do livro — Arcad, Algamish, Bansir, Nasir, Dabasir — e discutir como os princípios de pagar-se primeiro, guardar 10% da renda, investir com orientação de quem entende e proteger o capital contra perdas seguem atuais quase 100 anos depois. A conversa passa pelo papel dos mentores na trajetória de cada convidado (Priscila cita o irmão Bruno; Breno e Raul citam Thiago Nigro; Bruno conta como uma frase de Guilherme Benchimol, repassada por Thiago, mudou o rumo do Grupo Primo), pelos riscos de escalar negócios sem processo e com ego, pela crítica a startups que só sobreviveram no ciclo de juro zero, e pelo debate sobre financiamento imobiliário versus aluguel e investimento. Priscila defende a concentração de 70% do patrimônio em imóveis de leilão por dominar o mercado, enquanto Bruno e Breno defendem diversificação e a busca por 'alfa' em mercados ineficientes. O bloco final discute sorte: a deusa da sorte sorri para quem trabalha, não para quem aposta. Raul conta que só virou programador porque reprovou a quinta série jogando Counter Strike; Bruno conta que descobriu investimentos por capa de revista; Breno narra a parábola do fazendeiro chinês do "talvez". A conclusão é que aleatoriedade existe, mas conhecimento é o que permite aproveitá-la.
“Ele criou o clichê de finanças, ele inventou o clichê. Não era clichê antes dele, então não é básico — também não era básico antes dele. Ele foi tão bem sucedido no trabalho dele que a gente fala que é básico hoje em dia.”
“Acho que essa é uma parte importante de ficar rico: é não ficar pobre.”
“O melhor herdeiro é o que menos precisa de herança. Se seu filho precisa da herança, você não deveria deixar uma herança, e se ele não precisa, você pode deixar ou não, porque não faz diferença.”
“A média do brasileiro vai ser sempre lá para baixo. Você quer sair da média? Aprenda a fazer algo que a média não faz.”
“Então eu só fiquei rico porque eu reprovei a quinta série.”
“É muito difícil perder dinheiro comprando uma nota de 100 por 50.”