
#2422 de julho de 2021 · 1h27min
Thiago Nigro — Fundador do O Primo Rico, sócio majoritário do Grupo Primo, autor de 'Do Mil ao Milhão' e host do Primocast
Joel Jota — Ex-nadador da Seleção Brasileira, sócio no Grupo Primo, mentor de alta performance e host do JJ Podcast
Ju Fraccaroli — Especialista em marketing digital e desenvolvimento pessoal, criadora do curso Da Teoria à Prática e host do podcast Versão Digital
6 livros, na ordem em que aparecem na conversa.
Esteja Vivo
citado por Bruno Perini
1:52É Treinável
citado por Bruno Perini
1:52
Do Mil ao Milhão
citado por Bruno Perini
2:14Sobre a Tranquilidade da Alma
citado por Bruno Perini
56:514 Horas Para o Corpo
citado por Thiago Nigro
1:11:37Trabalhe 4 Horas por Semana
citado por Thiago Nigro
1:11:41Sonho sem prazo é só desejo: a meta nasce quando você dá um prazo ao objetivo e o fatia em etapas que estão sob o seu controle.
Escolha hoje poucas metas (no máximo três áreas), defina um prazo, quebre cada uma em uma 'meta de esforço' mensurável que dependa só de você (ex: número de treinos no ano) e marque uma revisão semanal.
No episódio #24 do Os Sócios Podcast, Bruno e Malu Perini recebem Thiago Nigro, Joel Jota e Ju Fraccaroli para discutir como definir metas que realmente são cumpridas. A conversa começa pela diferença entre sonho, objetivo e meta: Joel Jota defende que sonho é algo intangível, que vira objetivo quando ganha prazo e se desdobra em metas específicas — e que metas boas são ambiciosas, poucas e específicas. Cada convidado compartilha seu método. Thiago Nigro relata a experiência de tornar metas públicas no Instagram, o erro de colocar metas demais em campos diferentes e a frustração com a meta de perder 27 kg (chegou a perder 20 kg e depois recuperou, prometendo doar R$ 500 mil — agora R$ 1 milhão). Joel conta que reduziu tudo a três objetivos: saúde (o Ironman), família (tempo) e trabalho, além de usar 'palavras do ano' como direção. Ju Fraccaroli descreve a carta anual que escreve com uma amiga e como passou de metas conservadoras para metas mais desafiadoras. Bruno detalha suas metas físicas (210 treinos no ano), intelectuais (3 mil páginas, autores como Dostoiévski e Taleb) e financeiras. O grupo discute ainda acompanhamento (Joel revisa semanalmente, Bruno trimestralmente, Thiago diariamente nos negócios), o papel do hábito e da motivação emocional — Joel conta como a morte do pai por falência múltipla dos órgãos transformou saúde em prioridade, e Thiago relata o acidente de bicicleta na Marginal Tietê. No final, cada um assume publicamente uma meta para o segundo semestre, com Thiago pressionando os sócios a dobrarem a ambição.
“Metas ambiciosas são sempre melhores do que metas pequenas; poucas metas ao invés de muitas metas; e metas específicas sempre na frente de metas que são genéricas.”
“A turma confunde sonho com desejo. Tem muita gente que acha que tem um desejo, acha que é sonho e não faz nada com isso.”
“A gente superestima o que a gente pode fazer em um ano e subestima o que a gente pode fazer em dez anos.”
“Ser campeão e ganhar são duas coisas diferentes. Ganhar é objetivo, campeão é subjetivo.”
“Essa pessoa não é um milhão de vezes mais talentosa do que você, talvez ela seja só um pouquinho melhor. O pouquinho que você é melhor todos os dias é muito desproporcional no seu resultado.”
“Eu enterrei meu pai e meu pai morreu de falência múltipla dos órgãos. Aquela cena para mim foi muito impactante, e ali eu falei: eu não vou morrer por falta de saúde.”